O Banco Central do Brasil manifestou na segunda-feira (10) confiança na integração do Pix a sistemas de pagamento instantâneo de outros países. Em relatório divulgado no mesmo dia, a instituição afirmou que a conexão pode reduzir custos, acelerar transações, ampliar o acesso e melhorar a transparência dos pagamentos transfronteiriços.

Em documento anterior, de 2023, o BC afirmava apenas que o Pix "poderá, no futuro, ser integrado" a plataformas de outros países. A nova sinalização ocorre em meio à expansão do sistema no mercado brasileiro.

Expansão e tensão comercial

Em fevereiro, a empresa de pagamentos Ebanx projetou que o Pix responderá por 45% das vendas on-line do Brasil em 2026 e por 50% em 2028, ante 42% em 2025. Em julho, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, citou o Pix como obstáculo ao comércio ao justificar tarifas de 25% sobre importações brasileiras. Autoridades do Brasil afirmaram que a crítica tem o objetivo de proteger empresas de cartão de crédito americanas.

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