O Factory Droid é o agente de engenharia de software da Factory. O nome canônico do produto é Droid; “Factory Droid” é a forma usada aqui para desambiguar. A proposta é levar o mesmo agente a diferentes superfícies, do terminal à nuvem.
Para que serve
- Executar tarefas de engenharia em várias etapas a partir de uma descrição
- Rodar o agente de forma interativa no terminal ou de forma automatizada em scripts e CI
- Organizar missões com vários agentes e subagentes especializados
- Levar o mesmo fluxo para o editor, o aplicativo e integrações de mensagem
Como funciona
- O CLI tem modo interativo e um modo headless com saída em texto ou formatos estruturados
- É possível definir subagentes e níveis de autonomia, do mais contido ao mais permissivo
- Capacidades extras vêm de skills, plugins e do protocolo MCP
- O agente é model-independente e aceita chave própria ou modelos customizados
Onde roda
- Linha de comando, incluindo execução sem interface
- Aplicativo de desktop e versões web/mobile
- Plugins de editor, via protocolo de agente
- Pipelines de CI, integrações de mensagens e ferramentas de gestão
Disponibilidade e licenciamento
- Produto proprietário, com pacote distribuído sob licença que não permite uso para produto concorrente
- O repositório público é voltado a documentação e comunidade, não ao código do agente
- Há SDKs oficiais para integração em automações
Diferença em relação a outras ferramentas
- O mesmo runtime atende terminal, editor, nuvem e CI, em vez de superfícies separadas
- Missões multiagente e subagentes fazem parte do núcleo do produto
- A página descreve o agente da Factory, e não a empresa como um todo
Pontos de atenção
- Modos com mais autonomia ampliam o que o agente pode alterar sem confirmação
- Parte dos recursos depende do plano e das integrações configuradas
- Revisar permissões e diffs continua sendo parte do fluxo
