O Microsoft Agent Framework é o framework da Microsoft para construir, orquestrar e implantar agentes. Ele sucede o AutoGen e o Semantic Kernel, reunindo as abstrações de multiagente do primeiro com os recursos corporativos do segundo.
Para que serve
- Agentes individuais que usam modelos, ferramentas e servidores MCP
- Workflows multiagente em grafo com os padrões sequencial, concorrente, handoff e colaboração em grupo
- Execuções longas com checkpointing, streaming e retomada
- Aprovação humana (human-in-the-loop) em etapas sensíveis
- Sistemas corporativos que exigem telemetria e tipagem forte
Como funciona
- O desenvolvedor declara agentes e conecta nós em um workflow tipado
- As arestas roteiam dados e ativam cada executor quando as entradas estão prontas
- O estado da sessão persiste entre turnos e em checkpoints
- Provedores suportados incluem Azure OpenAI, OpenAI, Anthropic, Ollama, Microsoft Foundry e GitHub Copilot
- Instrumentação OpenTelemetry para observabilidade
Licença e manutenção
- Open source sob licença MIT, mantido pela Microsoft
- Versão 1.0 estável para Python e .NET desde abril de 2026
- O AutoGen entrou em modo de manutenção em outubro de 2025; a Microsoft recomenda o Agent Framework para novos projetos
Pontos fortes
- Paridade entre Python e .NET, pouco comum entre frameworks de agentes
- Recursos corporativos: estado de sessão, tipagem, filtros e telemetria
- Caminho de migração documentado para projetos em AutoGen e Semantic Kernel
Limitações
- Menos integrações de primeira linha que o ecossistema LangChain
- Na prática, maior proximidade com o Azure e o stack Microsoft

