A International Betting Integrity Association (IBIA) divulgou que o Brasil deve concentrar 39% de toda a receita bruta de jogos (GGR) da América Latina em 2026, consolidando o país como principal motor do mercado de apostas na região. O percentual supera México (21%), Argentina (13%), Peru (5%) e Colômbia (4%).

Levantamento da consultoria Regulus Partners indica que o país fechou 2025 como o quinto maior mercado global de apostas, com faturamento de cerca de R$ 22 bilhões (US$ 4,1 bilhões). Estudo da LCA Consultores e Cruz Consulting projeta ainda a injeção de R$ 7,5 bilhões em capital próprio e a geração de 15,5 mil empregos formais no setor.

Regulamentação atrai empresas

O avanço da regulamentação federal tem atraído empresas que buscam operar de forma legal no país. A Ana Gaming Brasil, gestora da marca 7K Bet e com cerca de 340 colaboradores, foi um dos primeiros grupos a obter autorização do Ministério da Fazenda para atuar no mercado.

O CEO da Ana Gaming Brasil, Marco Tulio Oliveira, afirmou que estar entre as primeiras empresas autorizadas no Brasil valida a operação e o respeito ao consumidor. Ele disse que o mercado nacional atingiu um patamar de maturidade que exige excelência e que a empresa pretende acelerar investimentos em inovação para oferecer entretenimento seguro, transparente e personalizado.

Nickolas Tadeu Ribeiro de Campos, fundador e presidente do conselho da empresa, afirmou que o Brasil é referência em governança e potencial de negócios. Ele disse que a companhia planeja expandir o portfólio de produtos e fortalecer ações de responsabilidade social nos próximos anos.

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