A HappyRobot informou em comunicado que fechou uma nova rodada de investimento que elevou sua avaliação para US$ 1,2 bilhão. A captação foi liderada pela Prysm Capital e co-liderada pela Eurazeo, elevando o total financiado pela empresa a US$ 200 milhões.

Em setembro, a empresa havia sido avaliada em US$ 500 milhões em uma rodada Série B de US$ 44 milhões. Desde então, a HappyRobot cresceu cinco vezes e passou a atender mais de 150 clientes corporativos. No último ano, expandiu de dois para oito escritórios na América do Norte, Europa, América Latina e Austrália.

A plataforma da HappyRobot permite criar, implantar e gerenciar agentes de IA que automatizam fluxos operacionais complexos em canais como voz, e-mail, documentos e web, e aprendem com cada interação. Após comprovar a tecnologia na logística, a companhia agora se expande para a cadeia de suprimentos e setores como seguros, energia e serviços públicos, telecomunicações, companhias aéreas e outras áreas em que o trabalho crítico depende de coordenação manual entre sistemas fragmentados.

Declarações

O cofundador e CEO da HappyRobot, Pablo Palafox, afirmou que a tese da empresa é que a superinteligência empresarial, na qual a inteligência coletiva de uma organização se acumula à medida que agentes e pessoas aprendem uns com os outros, exige muito mais do que agentes que executam tarefas. “Requer uma plataforma e uma operação capaz de operacionalizar essa plataforma dentro de um negócio específico”, disse.

Kerry Wei, sócia da Prysm Capital, afirmou que a coordenação, as ligações, os e-mails e as transferências que mantêm o trabalho em fluxo representam uma parcela expressiva dos custos de muitos setores. Segundo ela, a HappyRobot permite que agentes atuem nesses fluxos e gerem retorno real sobre o investimento.

Anne-Charlotte Philbert, sócia da Eurazeo, afirmou que a HappyRobot leva essas capacidades para indústrias de missão crítica, como cadeia de suprimentos, energia, telecomunicações e bancos.

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